A nova atitude "esquisita" de Courtney Love foi ter convidado a atriz-problema Lindsay Lohan para se juntar a ela em um grupo vocal espiritual. As loiras são conhecidas por cortejar a controvérsia. Recentemente, Love espalhou aos quatro cantos que Dave Grohl, líder do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana, teria tentado seduzir sua filha adolescente, Frances Bean Cobain, por conta do controle de imagem de seu marido, Kurt Cobain.
Em entrevista ao Access Hollywood, no entanto, a cantora disse que cantar era como uma "religião" para ela e ajudou a mantê-la longe de problemas. Ela afirma que Lohan teria confirmado presença na próxima reunião. "Eu canto. Você pode confirmar que quando não estou fazendo isso, eu costumo ficar em apuros e, em seguida, [quando] eu estou fazendo isso, me mantenho em um lugar seguro. É muito, muito bom para mim. Então, essa é a minha religião", profetiza Love.
Sobre Lohan, entretanto, ela acrescentou: "Ela está vindo à minha casa para cantar. Mas não costumamos conversar muito. Temos um amigo em comum na verdade". Love também disse estar ansiosa para retornar às telonas. A cantora, que já atuou (e bem, diga-se de passagem) em filmes como "O Povo Contra Larry Flynt" (1996) e "Man On The Moon" (1999), ao lado de Jim Carrey, disse ter planos para voltar a atuar. O último filme foi "Trapped" (2002). "Eu realmente quero atuar novamente. Estou com três roteiros ótimos e tenho tido apoio", revela.
Além do cinema, há o projeto de um livro de memórias. No ano passado, Love teria assinado um contrato para escrever sobre suas lembranças. Obviamente, espera-se que o livro traga detalhes curiosos sobre seu casamento com Kurt Cobain, sua carreira como atriz e estrela do rock, e seus relacionamentos com outras celebridades como Billy Corgan, do Smashing Pumpkins.
